Aprender inglês toma tempo. Não existe método eficiente que garanta milagres de aprendizados rápidos e eficientes. Para tornar-se fluente na língua inglesa, que o capacite a um nível de compreensão que permita a manutenção de um diálogo claro, objetivo e coerente, é necessário que o aluno se dedique, no mínimo, 200 horas ao estudo do idioma. As 200 horas de aprendizagem, por exemplo, de acordo com sistemas competentes de indicadores de nível de conhecimento, classificam um aluno no nível Intermediário (Intermediate). Para o nível Advanced (Upper Intermediate), serão necessárias, pelo menos, 300 horas de contato e uso da língua.

Para aqueles que desejarem atingir um nível mínimo de competência que lhes assegure o ingresso em empresas multinacionais nas quais problemas geralmente são resolvidos por meio de contatos telefônicos com o exterior, a dedicação ao estudo do inglês exigirá de 350 a 400 horas (o equivalente ao que o CEF classificaria como inicio do nível B2/Vantage). E, se a pessoa pretender estar capacitada para defender uma posição com competência, justificar exigências ou especificar suas necessidades ou as da empresa que representa proficiência, terá que atingir um mínimo de 600 horas de estudo da língua. Esses critérios, adotados pelo CCBEUC, são também utilizados pelas editoras internacionais.

Os bons cursos de inglês garantem as ferramentas necessárias para que o aluno atinja o nível de fluência desejado e exigem a dedicação necessária para que o investimento no aprendizado seja recompensado. “Ninguém aprende inglês em apenas um mês com até 3 horas de aulas diárias, cinco dias por semana. Nem mesmo com aulas intensivas as pessoas, em tão pouco tempo, aprenderão a falar o suficiente nem mesmo para os diálogos corriqueiros do dia a dia em uma viagem ao exterior”, esclarece Henry Grant, coordenador acadêmico do Centro Cultural.

Os equívocos e as crenças nos milagres de aprendizagem, na opinião de Henry Grant acontecem quando as pessoas são barradas diante da possibilidade de uma promoção pela falta do domínio do idioma ou perdem a oportunidade de conquistar um emprego melhor. “Também existem propagandas enganosas e a falsa idéia de que o dinheiro pode comprar tudo, inclusive o conhecimento e o aprendizado sem esforço e dedicação. O problema maior é que as pessoas que acreditam nessas falsas premissas acabam considerando-se incapazes de aprender uma segunda língua e não percebem que a escolha errada, pelo enganoso método rápido, é a única causa da sua frustração”, diz.

Quem quer falar corretamente e ser corrigido quer ter a segurança de um programa linear de desenvolvimento da língua. O CCBEUC sabe da importância de se desenvolver as quatro habilidades (ouvir, falar, ler e escrever), já que uma facilita a aprendizagem da outra. A instituição entende que o estudo da gramática é uma estratégia poderosa para ser melhor compreendido e ter maior credibilidade na hora crítica de vender uma ideia, um produto ou uma imagem. Em reconhecimento a esta preocupação do Centro Cultural, o ex-aluno Alexander Peter Sieh enviou um depoimento. “Gostaria de deixar meus agradecimentos aos professores do CCBEUC pelo trabalho tão bem feito especialmente em relação ao ensino da gramática que é um fundamento tão essencial na aprendizagem da língua inglesa. Se não fosse esta ênfase na gramática, acredito que minha leitura e escrita, tanto quanto minhas notas de TOELF e SAT não seriam as mesmas”, afirma Alexander.

Níveis de Competência Internacionais

Qualquer pessoa pode avaliar qual o seu nível de inglês de acordo com os critérios internacionais. Existem três padrões internacionais que podem servir de parâmetro para essa avaliação: o ACTFL (American Council of the Teaching of Foreign Language), o ALTE (Association of Language Testers in Europe) e o CEF (Common European Framework of Reference).
Para avaliar o nível real de inglês dos interessados, o CCBEUC oferece testes de classificação gratuitos, independentemente da pessoa estar ou não matriculada em uma de suas unidades ou em qualquer outra escola.

Uma parte considerável das melhores editoras internacionais adotou a inclusão dos níveis de competência em suas publicações nos últimos dois anos. A área acadêmica do CCBEUC analisa o grau de dificuldade antes da sua adoção para garantir o desenvolvimento adequado do aluno no curso.

Em depoimento dado a um professor do CCBEUC, a ex-aluna da instituição, Magda Faria fala sobre a avaliação do seu nível de inglês no ESL Course, nos Estados Unidos, onde estuda o idioma. “O curso aqui possui seis níveis, é bem diferente do Brasil. Eu fiz um teste e fui classificada no nível cinco. Eles me disseram que meu inglês é muito bom, tenho uma boa pronúncia e também gramática”, conta Magda.

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